
Travesti vai para a Europa em busca de uma vida melhor. Essa frase em si não seria o suficiente para merecer matéria jornalística. Só são elevados a essa categoria acontecimentos que não são comuns, não usuais. E travestis brasileiras irem para o velho continente está longe de ser algo novo.
Então porque uma entrevista com Weydman Lopes Henriques, travesti, de Manaus, que está prestes a se mudar para a cidade portuguesa do Porto? A resposta está no sonho que a ativista irá realizar: fazer mestrado em engenharia.
Depois sair de casa ao 12 anos e ter de se prostituir para sobreviver, Weydman, que é engenheira civil, tem o curso de Direito incompleto, fez especialização na área de engenharia de segurança de trabalho e é uma das principais lideranças LGBT do país, vai continuar a matar "um leão por dia" como ela diz que tem feito desde o dia em que se deu conta de que era uma travesti. E isso a faz desanimar? "Sou travesti, mas, acima de tudo, sou alguém capaz de me superar e ir além."
Depois sair de casa ao 12 anos e ter de se prostituir para sobreviver, Weydman, que é engenheira civil, tem o curso de Direito incompleto, fez especialização na área de engenharia de segurança de trabalho e é uma das principais lideranças LGBT do país, vai continuar a matar "um leão por dia" como ela diz que tem feito desde o dia em que se deu conta de que era uma travesti. E isso a faz desanimar? "Sou travesti, mas, acima de tudo, sou alguém capaz de me superar e ir além."
Veja texto completo em: http://paroutudo.com/materias/redacao/090729.php
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