7 de set. de 2012
3 de set. de 2012
Projeto “EU EXISTO”
Bom dia gente!!!
Tudo bem com vocês? Desejo que
tudo esteja na paz.
Hoje, estou aqui para falar sobre
o “A Pandilla” um trabalho dos queridos fotógrafos do nosso projeto “eu
existo”, Américo, Bruno e Leo.
Pessoas queridas do meu Brasil,
nessa manhã tive a oportunidade e o
prazer de ler e ver um pouco do trabalho dos meninos, e não posso deixar de
compartilhar com vocês esse blog maravilhoso e criativo.
Saber que existe gente como eles
que acreditam e tentam de uma forma linda e criativa minimizar a problemática
social e os conflitos existentes na nossa sociedade.
Mas, vale a pena cada um de vocês
sentirem o prazer de ver e ler o trabalho deles, o endereço é: http://apandillafotografica.wordpress.com
Galera, agora quero
compartilhar com vocês o meu domingo.
Nossa para começar, confesso
passei momento de medoooo!!!!
Gente eu não tinha muita noção de
como era complicado se locomover no Rio de Janeiro, pelos nossas linhas de
trem.
Agora sempre que puder, vou estar
aqui relatando a eficiência ou não de nossos serviços públicos, que faço uso e
conto com o apoio de vocês para me relatarem também nas regiões onde vivem.
Primeiramente vou falar da
precariedade, da sujeira e do descaso das pessoas que trabalham nas estações.
Confesso que não sou uma usuária
assídua dos nossos trens cariocas, mas devido às propagandas acreditava que o
serviço prestado era muito melhor do que eu vi.
Primeiramente, gente: “Lixo se
joga na lixeira” e posso dizer porque vi claramente, a culpa não é somente dos
usuários, pois como posso pedir para a população jogar o lixo na lixeira se ela
não existe?
Eu percorri um vagão inteiro e
não tinha nenhuma lixeira vocês acreditam? E digo mais na estação também não
tem, para não dizer que não existe, uma fica na saída “A” e outra na saída “G”,
tipo super pertinho para você que vai pegar o trem na saída “D”.
Assim fica difícil, da próxima
fez vou tentar registrar e postar aqui para vocês entenderem o que estou
falando.
Ainda estou entrando no clima de
ver, registrar e depois postar
Outra realidade angustiante, nós
usuários somos vitimas da empresa prestadora do serviço, gente, os horários são
totalmente precários, digo isso sobre os trens de final de semana, sábado, é
como se as pessoas que morem para outras regiões fora da zona sul não tivessem
a oportunidade de se divertir e usar o trem.
Vocês acreditam que o ultimo trem
com saída de Central para Japeri termina as 21horas?
Agora, esse recadinho vai para
você usuário do trem, que adora ouvir sua musica, mas gente pelo amor de Deus
fone de ouvido existe!!!!
Pessoas, eu estava no vagão “ouvindo”
sendo obrigada, esclarecendo: Funk, Pagode e Forró, com o diferencial, tudo ao
mesmo tempo e sem conseguir entender absolutamente nenhum dos ritmos.
Vou criar aqui a campanha “Use
fone, não gosto da sua musica”
Outra situação de tristeza, nossa
o tratamento dado aos usuários do trem, meu Deus. Sei que trabalhar com o
público requer muitas habilidades, mas educação é sempre o primordial, fui
perguntar a funcionária que vende a passagem: Esse trem passa no destino X,
sabe o que ela me respondeu, não sei, próximo e eu fiquei ali sem saber a
direção que tomar.
Graças a Deus, nos do povo, somos
pessoas solicitas e ajudamos uns aos outros,nesse momento outra usuária do trem
me deu todas as informações que precisava, agradeço em alto e bom som ‘MUITO
OBRIGADA”
Fica a dica para os funcionários
da supervia: ajudar ao próximo é sempre válido, como diz o jargão popular;
“Fazer o bem sem olhar a quem”.
Agora passado o momento criticas,
gente como é rápido e pratico andar de trem, a população merece mais ramais.
Pessoas amadas, beijos e fica
aqui o meu relato do dia.
E aguardem o primeiro relato
sobre o ensaio
Many Kiss !!!.
Tatiana Crispim
Jornal Extra - Dignidade, capacitacao e carteira assinada para elas
Prezadas Companheiras
encaminho materia do jornal Extra de ontem, domingo, sobre nosso projeto Damas
agradeço a todos e todas a participacao para que esse projeto possa estar se construindo cada vez melhor.
essa é a maneira de darmos dignidade e cidadania a TODOS os cidadaos conforme a lei organica de nosso municipio e o principio da dignidade da pessoa humana
bjs a todos e todas
Carlos Tufvesson
--
Carlos Tufvesson
Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS) - Prefeitura do Rio
Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS) - Prefeitura do Rio
Coordenador
Palácio da Cidade
R. São Clemente, 360 - Botafogo
Tel: 55 - 21 - 2976.9138
Cel: 55 - 21 - 8498.9441
www.cedsrio.com.br
Cel: 55 - 21 - 8498.9441
www.cedsrio.com.br
'Ela não nasceu mulher', diz baiana em protesto contra transexual
Transexual Amanda Sampaio é representante do estado no Miss Bumbum.
Organizador do evento diz que 'trans' preencheu todos os requisitos.
Ingrid Maria Machado
Do G1 BA
Amanda Sampaio representa a Bahia no concurso Miss Bumbum. (Foto: Miss Bumbum/Divulgação)
Após protesto causado pela participação da transexual baiana Amanda
Sampaio no concurso Miss Bumbum, Mabele Lourenço, uma das integrantes
que realizou o protesto em Salvador na última semana, disse ao G1 que acha injusto a participação da candidata."Não acho coerente e também não acho justo. Uma vez que é um concurso feminino e como ela é 'trans', ela não nasceu mulher, ela não pode participar. Tudo isso é uma questão genética. Acho que mulher é mulher e trans é trans", revelou a morena de 25 anos.
Mabele foi uma das mulheres que realizou protesto.
(Foto: Mabele Lourenço/Arquivo Pessoal)
Na última quinta-feira (23), ela e mais quatro mulheres baianas fizeram um protesto no centro de Salvador onde se posicionavam contra a participação da transexual no concurso. No protesto, o cartaz dizia: "Na Bahia tem mulher bonita, não precisa de transexual".
Perguntada se ela se inscreveu no concurso, Lourenço revelou: "Não participo de concurso de beleza. Não acho interessante. Não me inscrevi no Miss Bumbum". Ela disse ainda que não existe mais nenhum novo protesto marcado sobre o assunto.
A transexual baiana disse que não se abalou com a manifestação. "Desde quando o juiz me concedeu o nome de mulher, eu tenho todos os direitos em relação ao gênero. Sempre me considerei mulher, agora mais ainda. Sou relaxada com o meu corpo. Agora estou cuidando mais por causa do concurso. Hoje em dia faço massagem, tomo banho de lua e malho duas horas por dia para poder ganhar. Me inscrevi para ganhar o concurso", informou Amanda Sampaio. Ela é nascida na Bahia e saiu do estado aos 4 anos de idade para acompanhar os pais, que foram morar em São Paulo. Ela conta que fez a mudança de sexo em 2007, em uma clínica na Tailândia, quando tinha 22 anos.
Requisitos
Para o organizador do concurso, Cacau Oliver, Amanda Sampaio preencheu todos os requisitos para participar da seleção. "Ela preencheu todos os requisitos. Legalmente ela é mulher, tem documentação e já fez a cirurgia. O outro requisito importante é que o bumbum dela seja natural, por isso, ela foi escolhida para representar o estado em que nasceu", disse.
O organizador e criador do evento se mostra surpreso com toda essa 'confusão' que está sendo causada. "Nós não tínhamos representante da Bahia. É estranho que outras mulheres estejam sendo contra. Respeito a opinião delas, acho inclusive que elas podem protestar, mas antes de protestar, elas precisam se inscrever no concurso. A Bahia não teve candidata para fazer a seletiva. A Amanda se inscreveu, avaliamos a inscrição dela e ela se tornou a representante do estado. Não há nada de errado em ela poder participar", disse ao G1.
Preconceito
Para Milena Passos, Presidente da Articulação Nacional dos Travestis e Transexuais do Brasil, toda essa polêmica é causada pelo preconceito. "Toda essa movimentação em torno da Amanda é puro preconceito porque ela é transexual. Ela é mulher. Existem muitas formas de ser mulher. Quando olham para a foto dela, alguém está vendo um homem ali? Não! Acho que ela tem direito de participar, ela se assume como mulher, ela é do gênero feminino. Estou torcendo por ela", diz Passos.
Amanda Sampaio em fotos no concurso. (Foto: Miss Bumbum Brasil/Divulgação)
27 de ago. de 2012
Trans masculina - assume a maternidade.
MacDonald tem registrado a experiência de amamentar em fotos e anedotas em seu blog,Milk Junkies,
por quase um ano. Contudo, apenas em agosto seu caso ficou conhecido,
após um desentendimento com La Leche League (LLL), uma organização
internacional de apoio à amamentação. O pai e o orgão discordaram sobre a
definição que cada um tem sobre maternidade.
A grande ironia, na verdade, é que MacDonald nasceu mulher, mas foi ‘transformado’ em homem aos 23 anos, através de tratamento hormonal e cirurgia nos seios. “Eu continuo com os meus órgãos reprodutivos femininos, mas sempre me senti (e ainda me sinto) completamente masculino. Além disso, qualquer pessoa que me visse na rua não pensaria que sou outra coisa senão um homem”, ele escreveu em um artigo que saiu na Out Magazine, em abril. Ele ainda refere a si mesmo como pai, e não mãe.
Ele também se autodenomina homosexual e casou com o atual parceiro antes de engravidar. Antes de ter o bebê, ele pesquisou e descobriu um método de amamentação para mulheres com mastectomias (a cirurgia que fez para ter seios masculinizados).
O principal motivo para Trevor informar-se sobre o assunto é garantir ao seu filho os nutrientes que apenas o leite materno possui. Através de um dispositivo conectado ao mamilo (o SNS), MacDonald conseguiu alimentar Jacob, contando ainda com a doação láctea para incrementar sua própria produção. Para o bebê, a experiência não difere em nada em relação a uma amamentação comum. No início, contudo, Trevor relatou no blog a dificuldade em prover o bebê com leite com um tecido mamário reduzido pela cirurgia.
Até a última semana, o grande debate acerca a questão de amamentação era centrado nos dilemas de quais locais são ideais para isso e quanto tempo de duração deve ter. Mas Trevor MacDonald, o pai ousado de 27 anos, fez surgir uma questão ainda maior sobre isso: quem fica responsável pela amamentação? O pai ou a mãe?
Leia também:
Toxina botulinica pode resolver problemas sexuais femininos
Segundo sexo: o segredo da atração pode estar nos olhos!
Sim, para muitas pessoas a resposta óbvia seria a mãe. Contudo, o caso do jovem trouxe novas possibilidades e vale a pena conhecer a história para então tirar as próprias conclusões.
Depois de desempenhar os papéis de mãe com seu filho, Jacob (agora com 16 meses), Trevor esperava se tornar um dos diretores dos grupos de suporte local do LLL. Contudo, ele foi informado de que só poderia ocupar a função se fosse mulher.
Para acompanhar a trajetória de Trevor, basta acessar seu blog: Milk Junkies. No portal, ele posta fotos e histórias …
Apesar de todo o atrito, em carta ao La Leche League contestando a política que limita a participação às mulheres, o pai elogiou a instituição, reconhecendo que amamentação paterna é um território inteiramente novo e, portanto, é natural que gere alguma polêmica.
“Sem o suporte e as informações que recebi do LLL, duvido que conseguiria desepenhar essa função hoje.”, ele escreveu em carta publicada no blog. “Eu espero um dia conseguir recompensar a compaixão, o encorajamento e a perícia que fez tanta diferença na minha experiência amamentando.”
Apesar de tudo, a organização resolveu manter a regra de que lideres de grupos poderiam ser apenas mulheres. Em compensação, a resposta enviada a MacDonald e também publicada no blog enfatiza que a missão do órgão é “ajudar todas as mães... independentemente da sua origem ou sua situação atual”. A prova é que mesmo MacDonald, que ainda se denomina como pai, recebeu o apoio do grupo.
Repercussão nacional
O caso de Trevor recebeu a atenção da imprensa canadense na última semana, levantando novos questionamentos, particularmente entre mulheres.
“A decisão da La Leche League do Canadá é descriminatória”, disse a PhD em paternidade e blogueira, Annie Urban, ao jornal Toronto Star. “Está na hora da LLL atualizar as suas regras e reconhecer que amamentação não é exclusividade materna, necessariamente.”
Já Jill, uma residente de Montreal, discorda. Em carta enviada ao Montreal Gazette, um dos veículos que cobriam todo o caso, ela defende a decisão da LLL, pois acredita que o grupo estava protegendo as mães de serem obrigadas a abrir sua intimidade para um homem. “Eu acho que eles acertaram quando decidiram que a melhor decisão seria ter uma mulher liderando e ajudando os grupos de apoio”, ela escreveu.
Por fim, do que se trata o caso
Na realidade, esse debate sobre amamentação não se resume a tomar partidos ou posições, mas sim se extende a toda uma avaliação sobre a denifição de maternidade, paternidade e tudo o que essas fimções abrangem. O recente projeto californiano de permitir que crianças possuam múltiplos pais legalmente é outro exemplo de como a estrutura familiar está evoluindo no quesito aceitação sexual e de gênero. Além do divórcio e da criação independente.
De acordo com pesquisa realizada por instituto, dentro da atual comunidade de transgêneros, é estimado que 38% são pais. Esses números ainda tendem a crescer com o progresso científico e educacional. Isso não significa, necessariamente, que uma organização deva mudar a sua política, apesar de o caso de MacDonald provavelmente atrair mais grupos para apoiar a causa.
A maior lição que se pode tirar da polêmica entre MacDonald e LLL, contudo, é a civilidade. Diferentemente de outras controvérsias em torno do tema ‘amamentação’, essa discussão específica recebeu um olhar mais sensível (observado pela troca de elogios das duas partes, apesar do desentendimento).
MacDonald está agora solicitando que os leitores de seu blog dêem voz à sua opinião, mas continuem apoiando a LLL. “Não retirem o apoio à organização – há milhares de lideres incríveis e com mente aberta”, ele escreveu. “Não vamos esquecer o ótimo trabalho que eles desempenham!”.
Fonte: Yahoo! Shine.
A grande ironia, na verdade, é que MacDonald nasceu mulher, mas foi ‘transformado’ em homem aos 23 anos, através de tratamento hormonal e cirurgia nos seios. “Eu continuo com os meus órgãos reprodutivos femininos, mas sempre me senti (e ainda me sinto) completamente masculino. Além disso, qualquer pessoa que me visse na rua não pensaria que sou outra coisa senão um homem”, ele escreveu em um artigo que saiu na Out Magazine, em abril. Ele ainda refere a si mesmo como pai, e não mãe.
Ele também se autodenomina homosexual e casou com o atual parceiro antes de engravidar. Antes de ter o bebê, ele pesquisou e descobriu um método de amamentação para mulheres com mastectomias (a cirurgia que fez para ter seios masculinizados).
O principal motivo para Trevor informar-se sobre o assunto é garantir ao seu filho os nutrientes que apenas o leite materno possui. Através de um dispositivo conectado ao mamilo (o SNS), MacDonald conseguiu alimentar Jacob, contando ainda com a doação láctea para incrementar sua própria produção. Para o bebê, a experiência não difere em nada em relação a uma amamentação comum. No início, contudo, Trevor relatou no blog a dificuldade em prover o bebê com leite com um tecido mamário reduzido pela cirurgia.
Até a última semana, o grande debate acerca a questão de amamentação era centrado nos dilemas de quais locais são ideais para isso e quanto tempo de duração deve ter. Mas Trevor MacDonald, o pai ousado de 27 anos, fez surgir uma questão ainda maior sobre isso: quem fica responsável pela amamentação? O pai ou a mãe?
Leia também:
Toxina botulinica pode resolver problemas sexuais femininos
Segundo sexo: o segredo da atração pode estar nos olhos!
Sim, para muitas pessoas a resposta óbvia seria a mãe. Contudo, o caso do jovem trouxe novas possibilidades e vale a pena conhecer a história para então tirar as próprias conclusões.
Depois de desempenhar os papéis de mãe com seu filho, Jacob (agora com 16 meses), Trevor esperava se tornar um dos diretores dos grupos de suporte local do LLL. Contudo, ele foi informado de que só poderia ocupar a função se fosse mulher.
Para acompanhar a trajetória de Trevor, basta acessar seu blog: Milk Junkies. No portal, ele posta fotos e histórias …
Apesar de todo o atrito, em carta ao La Leche League contestando a política que limita a participação às mulheres, o pai elogiou a instituição, reconhecendo que amamentação paterna é um território inteiramente novo e, portanto, é natural que gere alguma polêmica.
“Sem o suporte e as informações que recebi do LLL, duvido que conseguiria desepenhar essa função hoje.”, ele escreveu em carta publicada no blog. “Eu espero um dia conseguir recompensar a compaixão, o encorajamento e a perícia que fez tanta diferença na minha experiência amamentando.”
Apesar de tudo, a organização resolveu manter a regra de que lideres de grupos poderiam ser apenas mulheres. Em compensação, a resposta enviada a MacDonald e também publicada no blog enfatiza que a missão do órgão é “ajudar todas as mães... independentemente da sua origem ou sua situação atual”. A prova é que mesmo MacDonald, que ainda se denomina como pai, recebeu o apoio do grupo.
Repercussão nacional
O caso de Trevor recebeu a atenção da imprensa canadense na última semana, levantando novos questionamentos, particularmente entre mulheres.
“A decisão da La Leche League do Canadá é descriminatória”, disse a PhD em paternidade e blogueira, Annie Urban, ao jornal Toronto Star. “Está na hora da LLL atualizar as suas regras e reconhecer que amamentação não é exclusividade materna, necessariamente.”
Já Jill, uma residente de Montreal, discorda. Em carta enviada ao Montreal Gazette, um dos veículos que cobriam todo o caso, ela defende a decisão da LLL, pois acredita que o grupo estava protegendo as mães de serem obrigadas a abrir sua intimidade para um homem. “Eu acho que eles acertaram quando decidiram que a melhor decisão seria ter uma mulher liderando e ajudando os grupos de apoio”, ela escreveu.
Por fim, do que se trata o caso
Na realidade, esse debate sobre amamentação não se resume a tomar partidos ou posições, mas sim se extende a toda uma avaliação sobre a denifição de maternidade, paternidade e tudo o que essas fimções abrangem. O recente projeto californiano de permitir que crianças possuam múltiplos pais legalmente é outro exemplo de como a estrutura familiar está evoluindo no quesito aceitação sexual e de gênero. Além do divórcio e da criação independente.
De acordo com pesquisa realizada por instituto, dentro da atual comunidade de transgêneros, é estimado que 38% são pais. Esses números ainda tendem a crescer com o progresso científico e educacional. Isso não significa, necessariamente, que uma organização deva mudar a sua política, apesar de o caso de MacDonald provavelmente atrair mais grupos para apoiar a causa.
A maior lição que se pode tirar da polêmica entre MacDonald e LLL, contudo, é a civilidade. Diferentemente de outras controvérsias em torno do tema ‘amamentação’, essa discussão específica recebeu um olhar mais sensível (observado pela troca de elogios das duas partes, apesar do desentendimento).
MacDonald está agora solicitando que os leitores de seu blog dêem voz à sua opinião, mas continuem apoiando a LLL. “Não retirem o apoio à organização – há milhares de lideres incríveis e com mente aberta”, ele escreveu. “Não vamos esquecer o ótimo trabalho que eles desempenham!”.
Fonte: Yahoo! Shine.
Movimentos sociais realizam Parada do Orgulho LGBT na Maré
No dia 2 de setembro, às
17h, será realizada a (Parada do Orgulho
LGBT (sigla que significa lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais)
da Maré, que pretende reunir TODAS AS
COMUNIDADE em um percurso que irá desde
a rua Teixeira Ribeiro, no Parque da Maré, até a chegada ao Parque União, ambos
no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro, onde haverá uma festa. O
objetivo é mobilizar, dialogar,
articular e levar a comunidade a refletir as diversas formas de
preconceito e a incidência de Aids na população. Por isso, paralelamente, será
realizada uma feira de Saúde com diversas barracas, discutindo saúde, direitos,
cidadania e cultura. E no sábado, dia 1o, haverá desfile e show na Lona
Cultural da Maré. O evento é organizado pelas ONGs Grupo Conexão G, em parceria
com Ibase, Cedaps, Instituto Promundo, CAP 3.1, Luta Pela Paz, Observatório de
Favelas, Redes de Desenvolvimento da Maré, Raízes em Movimento, FASE e
Coordenadoria da Diversidade Sexual.
A iniciativa se mostra
necessária e visa estimular o respeito à orientação sexual de cada um.
"Nós estamos percebendo ultim,amente um aumento no número de casos de
violência contra LGBTs na Maré", diz Gilmar Cunha, coordenador do Conexão
G.
Sobre o Grupo Conexão G:
O Grupo Conexão G foi criado
em março de 2006 com o apoio da ONG Redes de Desenvolvimento da Maré. Sua
missão éde promover umarespeitabilidade no que tange à população LGBT moradora
de favelas. Sua sede fica na
favela Nova Holanda, no Complexo da Maré. O Conexão G desenvolve projetos voltados
à promoção da saúde e da qualidade de vida da população LGBT e busca estimular
novas práticas, inclusive comportamentais, nas comunidades populares.
Serviço:
Parada do Orgulho LGBT da Maré
Dia:
02 de Setembro de 2012 (Domingo)
Horário:
17H
Local:
Rua Teixeira Ribeiro, Parque Maré
Mais
informações:
Gilmar
Cunha; 7716-6049/3104-2998
Eventos
paralelos:
Dia
01 de Setembro;
Desfile
das Meninas Trans da Comunidade;
Barraca
da Prevenção
Grupo
de Dança ONIX
Show
com Kakau de Moraes
Show
com Tezeza Onã
Show
com as Dragg
Local;
Lona Cultura Herbert Vianna às 19 horas
02
de Setembro;
Chegança
dos Voluntários as 09h00min.
Inicio
da Feira da Saúde as 10h00min.
Abertura
da Feira;
Coordenação
do Evento as 10h00min;
Condução
da Programação do Dia; Kakau Moraes
Das
10h30min; Apresentação Cultural; Jovens de Periferia/
Das
11h30min; Mães Pela Igualdade
Das
12h00min; Almoço
Das
14h00min; Desfile das Meninas Trans
Das
14h30min; Grupo de Dança ONIX
Das
15h00min; Fala de Lideranças Comunitárias
Das
16h00min; Finalização da Feira de Saúde com apresentação do show da Kakau de
Moraes - PrecVida
Das
17 horas Saídas Parada do Orgulho LGBT da Maré (Saída da Teixeira Ribeiro indo
por dentro da comunidade em direção ao Parque União)
As
22h00min; Festa da Parada do Orgulho LGBT (Colégio Cesar Perneta)
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